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Pedro Henriques disse que o incidente ocorreu após o apito final, no túnel de acesso aos balneários: «Quando nos deslocamos para a cabine e viramos à esquerda, há um jogador do Benfica que nos ofende. As palavras proferidas fazem parte do relatório. Havia também um elemento à civil que, uma vez que não sabíamos quem era, pedimos para que fosse identificado.»

O Benfica, através do seu director de comunicação, acusou a equipa de arbitragem de não ter dado «qualquer explicação, quer ao clube quer ao atleta, dos motivos dessa expulsão». No entanto, Pedro Henriques conta que falou com Shéu Han: «Nós preenchemos um modelo em que se colocam as substituições, resultado final, advertências e expulsões. Esse documento foi dado ao delegado do Benfica, Shéu Han, para que fosse assinado. Quem faz essa entrega, que não é o árbitro, teve o cuidado de dizer que um jogador foi considerado expulso por palavras. O Shéu Han quis falar comigo e, por considerar tratar-se uma pessoa de bem e que respeito, aceitei, explicando-lhe que a expulsão foi por uso de linguagem imprópria. Trato todos com respeito e educação e espero ser tratado do mesmo modo. Houve conhecimento da acção no acto da assinatura. O elemento que entregou a ficha avisou o delegado do Benfica, para o caso de este não reparar, e, a pedido, também falei com ele.»