Mais para trás o requinte do toque de bola espanhol de Xavi e Iñiesta, para não falar da força de marfim de Touré ou do homem vindo do desconhecido Mali, Keita.

Lá atrás deixa-se o assunto com a raça e as ganas de Puyol, mais dois, e o perfume canarinho de Dani Alves.

Depois disto tudo, até eu podia defender as redes deste Barcelona, que a música não seria muito diferente...