Para além do regresso aos golos, Queiroz só terá mais um motivo para estar satisfeito. Três motivos, melhor dizendo. Nélson, Gonçalo Brandão e Edinho fizeram a estreia com as quinas ao peito e saíram-se bem, ainda que sem deslumbrar (o que seria difícil, dada a intensidade do encontro).

Para o fraco ritmo do jogo muito contribuiu o facto de Portugal ter chegado ao golo muito cedo. Bruno Alves marcou logo aos quatro minutos, ao terceiro canto consecutivo. Logo aí se percebeu que a oposição ia ser frágil, sobretudo ao nível das bolas paradas. Foi dessa forma que a equipa lusa chegou ao segundo golo, já na segunda parte. Twala marcou na própria baliza, pressionado por Edinho, na sequência de mais um pontapé de canto (56m).

Entre um golo e o outro, pouco ou nada se passou. Portugal controlou sempre o jogo da forma que quis, e sem acelerar muito. Oportunidades de golo foram escassas, e do outro lado Eduardo foi mero espectador. Um remate de Parker foi o único momento de algum incómodo.

Logo a seguir ao segundo golo Queiroz lançou Ronaldo e Simão, para além de Meireles e depois Moutinho, mas o jogo não melhorou. Bem pelo contrário. Com dois golos marcados, a equipa das quinas limitou-se a esperar pelo apito final. Sem grandes ilações a tirar, resta a Queiroz espera que a equipa tenha mesmo quebrado o jejum de golos, de forma a conseguir uma vitória na Albânia, em Junho.