Jorge Braz já consegue ver o «cume» da montanha, mas aponta à diminuição do oxigénio para lá chegar. O selecionador nacional de futsal destaca o momento e contexto do encontro desta quarta-feira (19h30), diante da França, um adversário que se apresenta num patamar acima dos que Portugal já defrontou:

Análise ao adversário nas meias-finais

«Cada jogo é um momento e contexto diferentes. A França pode ser o adversário que vai exigir mais de nós, até agora. É, se calhar, um patamar acima. Queremos todos puxar mais um bocadinho para estar na final e a França vai exigir um registo altíssimo e sem falhas. Já tivemos outros adversários bem fortes neste Europeu e passámos com distinção.»

Portugal bem perto do «cume» da montanha

«Nunca queremos estar a perder. Sabemos que pode acontecer, não é nenhuma catástrofe ou problema. Sabemos que é desporto e pode haver golos. Isso não nos atrapalha. Tem sido bestial trabalhar com esta gente, que puxamos até ao limite. Estamos a construir o nosso percurso. Estamos perto do cume da montanha, há menos oxigénio, mas estamos com os pulmões cheios.»