Pedro Proença ponderou não arbitrar o jogo entre o Vitória de Guimarães e a Naval, da Taça da Liga, por falta de policiamento no Estádio D. Afonso Henriques. O árbitro acabou, no entanto, por não avançar com essa ideia.

«É verdade que Pedro Proença colocou essa hipótese quando chegou ao estádio, pelo facto de não haver policiamento, mas depois imperou o bom senso e tudo se compôs», disse à agência Lusa Antonino Silva, vogal da Comissão de Arbitragem da FPF, com quem o árbitro lisboeta dialogou antes do início da partida.

Proença já assumiu publicamente que não concorda com a nova legislação, que retira a obrigatoriedade de policiamento em todos os jogos de futebol.