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Quique Flores:

«A diferença para a segunda parte foi a finalização. Tivemos oportunidades, mas não conseguimos concretizá-las.»

[Se teria apostado mais cedo em Cardozo] «Temos tido muita produção ofensiva nos últimos jogos e isso favorece o trabalho dos avançados.»

[Sobre o desempenho do árbitro] «Estou concentrado no meu trabalho.»

[Sobre os objectivos do Benfica] «É fazer o maior número de pontos possíveis. Vamos lutar até ao fim. Quando se marcam golos e se joga bem estamos no bom caminho.»

Carlos Carvalhal:

«Até ao golo do Benfica a nossa equipa estava a ser perigosa e a ameaçar a baliza de Quim. A infelicidade no golo consentido importunou a nossa equipa e deu confiança ao Benfica. Conseguimos antes do intervalo fazer o 3-1 e, na segunda parte, fizemos uma grande exibição, ao nível do que eu gosto. Entregámo-nos de alma e coração, com o Benfica a gerir o jogo nos últimos minutos. A segunda parte deve orgulhar os maritimistas e mostra que este grupo tem tido alguma infelicidade, porque na primeira vez que o Benfica vai à baliza consegue um golo caricato. A nossa equipa demonstrou coragem, atitude e vamos continuar o nosso trabalho.»

[Com as vitórias de Sp. Braga e Nacional, se o Marítimo diz adeus às competições europeias] «Não. Há 12 pontos para disputar, estamos a nove da última equipa que garante o acesso à Liga Europa [ex-Taça UEFA], embora saibamos que é uma tarefa complicada. Nós não vínhamos aqui para defender nada, queríamos ganhar, não vínhamos aqui para por o autocarro.»