Antecipada como a «joia da coroa» do renovado Santiago Bernabéu, o deslumbrante Sky Bar incorporado no estádio do Real Madrid continua por inaugurar. E, provavelmente, tal não acontecerá tão cedo. De acordo com o diário espanhol «Marca», os «Merengues» ambicionavam faturar mais de 15 milhões de euros por ano com este negócio.

Além disso, as previsões apontavam para que o bar estivesse operacional antes do final de 2023/24, tendo em vista o concerto de Taylor Swift.

Todavia, essa expectativa esbarrou no incumprimento contratual da Anastia Gourmet Hostelería, a empresa que firmou contrato para usufruir daquele espaço.

Ora, esta empresa não terá cumprido com os prazos para a abertura do bar, além de acumular uma dívida de 4 milhões de euros com fornecedores e empresas responsáveis pelas obras no Sky Bar. Tudo isto deixou o projeto parado, «fechado e a ganhar pó», conforme descreve a «Marca».

No verão, o Real Madrid exigiu à Anastia uma solução. Como tal, o grupo Jerezano García-Delgado adquiriu 51 por cento da Anastia, sob compromisso de injetar 6 milhões. Semanas mais tarde, esta empresa – e a parte adquirida da Anastia – foi leiloada por 20 milhões de euros.

Entretanto, a Anastia avançou com uma ação judicial contra o Real Madrid, exigindo 16 milhões de euros e alegando o direito à exploração do Sky Bar.

Desta forma, o espaço está equipado e pronto a abrir portas, mas o braço de ferro judicial promete adiar a inauguração. Até porque, conforme apurou a «Marca», os hipotéticos patrocinadores não querem firmar contratos de arrendamento enquanto a situação com a  Anastia continuar por resolver.