Romário Baró foi campeão nacional no FC Porto, somou 51 jogos pela equipa principal dos dragões, mas nunca singrou verdadeiramente no clube onde também foi formado e ganhou uma Youth League.

Nesta entrevista ao Maisfutebol, a pretexto de um estágio do Radomiak (Polónia) no Algarve, o médio fala da excelente relação que tinha com Sérgio Conceição e com o antigo presidente Pinto da Costa, mas também de como tem sido esta experiência na Polónia, onde é orientado por outro português: Gonçalo Feio.

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MF: Chegaste a ser campeão (2019/2020), ganhaste Taças de Portugal pelo FC Porto, fica alguma mágoa de não teres ficado mais tempo no teu clube? 

Romário Baró: O único arrependimento que tenho – e isso vou levar comigo para sempre – e é difícil para mim falar disto… mas a única tristeza que vou ter comigo para sempre é sentir que não cheguei a mostrar a minha melhor versão ao senhor Sérgio Conceição e ao presidente Pinto da Costa que tanto acreditaram em mim. 

MF: Ainda falas com o mister Conceição?

Romário Baró: Não falamos, mas ele sabe. Acreditou muito em mim, abriu-me as portas e ficarei-lhe sempre grato. 

Maisfutebol: Como é que está a ser esta experiência no Radomiak? 

Romário Baró: Está a ser bom. Diferente. É a segunda vez que estou fora porque joguei no Basileia na época passada. Está a ser desafiante, mas bom. 

MF: É um clube diferente do Basileia, onde jogaste no ano passado, para melhor ou para pior? 

Romário Baró: São diferentes. A cultura é outra e as pessoas também. 

MF: Qual é o objetivo que traças para esta época?

Romário Baró: Ser ambicioso – isso é o essencial.