Em declarações ao Maisfutebol, Toni garantiu que tudo aconteceu muito depressa. «Fui convidado pelas pessoas do Cluj para estar aqui três ou quatro dias, a minha relação com eles já é antiga, conheço-as desde que começaram a trabalhar no mercado português, e ontem à noite fui convidado para tomar conta da equipa», diz.

«Até já estava a preparar a minha viagem de regresso, que estava marcada para segunda-feira. Por isso foi um bocado surpreendente. As coisas não estavam bem com o antigo treinador, convidaram e eu aceitei», adianta, ele que substitui o checo Dusan Uhrin, a quem nem a vitória por 3-0 sobre o Vaslui valeu para continuar no clube.

Toni assinou contrato até final da época, mas diz que a ideia do Cluj passa por mais dois anos de contrato. «Mas eu prefiro um contrato apenas de meio ano e no final da época todos juntos vemos se vale a pena continuar.» O objectivo é ganhar o maior número de pontos possível ainda com o sonho do título. «A esperança é a última a morrer», diz.

«A equipa está em quarto lugar, a sete pontos do primeiro lugar, o Dínamo Bucareste está muito forte e por isso a tarefa de revalidar o título não é fácil. Vamos tentar aproximar-nos dos primeiros lugares para na próxima época lutarmos pela Liga dos Campeões», finalizou, ele que vai reencontrar os portugueses Tony, Nuno Claro, Cadu, Dani, André Leão e Manuel José.