Rui Jorge desvalorizou a vitória robusta do seu conjunto, mas ainda assim ficou agradado com a postura dos seus jogadores:

«A goleada foi um aspeto que me agradou bastante, apesar de a envolvência ser diferente, ser um jogo particular, sem a moldura humana de Barcelos, mas os jogadores foram capazes de representar a seleção em todos os momentos.

Pelas oportunidades criadas poderia ter sido um resultado mais dilatado, há uma série de condicionantes que não deixamos de equacionar. A Polónia jogou depois de nós e teve de fazer a viagem.

[Sistema tático ]A partir de determinada altura os jogadores têm uma cultura tática que lhes permite encarar os vários sistemas com naturalidade. Nos sub-21 já há essa realidade. Não quer dizer que não consigamos fazer bons resultados noutro sistema.

Fico tranquilo pela forma como os jogadores se empenham e se entregam ao jogo. São jogadores muito bons, mas têm ainda muito caminho pela frente e são jogadores incompletos. Por isso, mais importante que os golos é o empenho dos jogadores.

[Jogadores no Mundial do Brasil] Espero que mais estejam no Europeu. O nosso objetivo é trabalhar para a seleção principal, quando os jogadores cá estão subirão passo a passo e só com a máxima dedicação chegarão à seleção principal.