Foram duas voltas a alta velocidade num Ferrari FXX desportivo preto, com oitocentos cavalos, incluídas numa acção de solidariedade para apoiar uma instituição de beneficência, a associação que luta contra a leucodistrofia e o Instituto do Cérebro e Medula Espinal.

«Foi uma sensação muito forte, senti que a qualquer momento podia sair do carro. Mas foi um grande prazer estar ao lado de Michael Schumacher», contou o antigo internacional francês.

Apesar da alta velocidade e do risco inerente, as duas figuras do desporto mundial entraram no carro sem os habituais capacetes de protecção. Schumacher explicou que Zidane se recusou a colocar o utensílio que protege a cabeça dos pilotos. «Quanto a mim, sei perfeitamente o que estou a fazer e sei quanto é que tenho de utilizar um», acrescentou¬.