Numa nova ronda de análises, realizadas deste Janeiro, foram analisadas 948 amostras. Nestas, foram identificados sete casos positivos, que dizem respeito a seis atletas, de acordo com um comunicado divulgado pelo COI.

Estes resultados positivos indicaram a presença de CERA, uma versão avançada de doping sanguíneo por EPO (eritropoietina). O COI salvaguardou, para já, a identidade e nacionalidade dos atletas em causa, dizendo que as amostras que deram positivo são as chamadas amostras A e que os atletas ainda poderão requer a análise das amostras B, para contra-análise.

«As novas análises às amostras de Pequim devem enviar uma mensagem clara de que os batoteiros nunca podem presumir que evitam a detecção», disse Arne Ljunggvist, presidente da comissão médica do COI, segundo cita a agência Lusa.