«É legítimo que os clubes utilizem processos disciplinares, mas não para colocar o jogador em posição mais vulnerável e assim obrigarem-no a aceitar condições contratuais mais desfavoráveis», referiu Joaquim Evangelista, em declarações à Renascença.

«O Sindicato não vê com bons olhos esta prática abusiva e ilegal, que tem como objetivo o despedimento dos jogadores», disse o dirigente, que deixou ainda apelo aos próprios jogadores:

«Compete também aos jogadores reagir e não se deixarem intimidar com estas práticas e devem lutar pelos seus direitos».

[artigo original 23h23]