A figura: Mateus

O que fazia no banco? Entrou e ajudou a equipa a dar por completo a volta ao jogo, provando ser uma das unidades de maior valor deste Nacional. Fez o terceiro golo, não perdoando na cara de Quim, e está na génese do primeiro. Tentou abrir caminho pela defesa bracarense, o remate saiu prensado mas Custódio «ofereceu» a Keita o empate. Foi decisivo, por isso.

O momento: infelicidade a fechar

José Peseiro tem fama de treinador pé-frio e é difícil deixar de lembrar isso depois de ver os três golos que a equipa sofreu, sobretudo os dois primeiros. Um brinde de Custódio e um lance de azar de Santos deixaram a Liga dos Campeões escapar por entre os dedos.

Outros destaques

Hugo Viana

Se foi o último jogo em Braga, quis despedir-se em bom estilo. O golo que desbloqueou o jogo foi vistoso e a ponta mais visível do que foi o jogo do médio, que tentou fazer dos processos simples a regra. Começou a segunda parte com mais um remate perigoso que Gottardi sacudiu para canto, mas perdeu fulgou a um ritmo impressionante e, no fim, quase nem se viu.

Gottardi

Nada a fazer no golo sofrido e ainda evitou que outros remates perigosos tivessem o mesmo destino. Tarde inspirada do brasileiro, a manter o Nacional no jogo mais tempo do que parecia previsível.

Keita

Mais posicional que Rondon, estava no sítio certo para empatar o jogo e abanar de vez com a estrutura do Sp. Braga. A partir dali foi o descalabro. Mas o primeiro golpe foi seu.