«No início da temporada, quando ficou decidido que o Paulo Santos não fazia parte do plantel, tentámos encontrar, em conjunto, uma solução, tendo surgido duas possibilidades em Portugal, mas nenhuma delas se concretizou», disse à Agência Lusa Carlos Freitas, director desportivo do emblema minhoto.

Sem nenhuma solução encontrada até 31 de Agosto, data de encerramento do mercado de transferências, o dirigente garante que «foi estabelecido um programa de trabalho para o Paulo Santos, onde tinha todas as condições de trabalho e treino, com técnico, massagista e roupeiro, pormenores essenciais para desenvolver o seu trabalho».

Carlos Freitas garante ainda que o guarda-redes de 35 anos tem «todos os ordenados em dia», motivo pelo qual se decidiu entregar o assunto ao gabinete jurídico.