Matheus

Soberbo jogo do avançado brasileiro, a repetir em Sevilha a eficácia de Braga. Abriu o marcador numa fase crucial do desafio, novamente numa recarga a remate de Paulo César que Palop não conseguiu travar. Tal como na primeira mão, Escudé e Fazio foram pequenos para tão grande guerreiro. No limite, com a ponta do pé direito, Matheus empurrou o Sp. Braga para a história, tal com cruzou para o segundo golo da equipa, por Lima, no arranque da segunda parte. Desta feita, não houve chupeta, mas Matheus é o grande responsável por uma chucha de 7,1 milhões de euros.

Lima

Em boa altura Lima entrou e resolveu o desafio, como tantas vezes o fez ao serviço do Belenenses. Enquanto a maioria andava distraída, o Sp. Braga reforçou-se com uma mais-valia no ataque. É um avançado oportunista, sempre à espera das fraquezas dos defesas. Assim aconteceu nos três golos marcados, sobretudo no terceiro da sua equipa, quando enxovalhou o adversário, antecipando-se a toda a defesa.

Sílvio

Estreou-se a titular devido ao castigo de Miguel Garcia e seguramente vai manter o lugar. Boa exibição do jovem lateral, sem medo de comprometer e com atrevimento para atacar. Visou duas vezes a baliza de Palop, mas nunca descurou a de Felipe.

Felipe

Um frango nem sempre hipoteca uma exibição. Foi o que aconteceu com Felipe, que até ao golo de Luís Fabiano defendeu com bravura a sua baliza e depois dele só não resistiu ao fenomenal Jesús Navas e já nos descontos a Kanouté.

Luís Fabiano

É fabuloso, claro, mas numa noite de pouco acerto. Marcou, ainda assim, o golo que devolveu a confiança ao Sevilha, mas falhou muitos mais, quase perdeu a cabeça, mas esteve sempre lá para decidir.

Jesús Navas

Que jogador! Marcou um golo fantástico, que, diga-se, merecia. Nunca falhou um passe e soube sempre colocar a bola onde queria e com perigo, para sofrimento do Sp. Braga. Tem, certamente, um brilhante futuro pela frente.