O Sporting venceu o Benfica por 34-22 no Pavilhão João Rocha, num dérbi praticamente de sentido único.

O jogo já não interessava nada à formação leonina, que já tinha garantido o terceiro título de campeão seguido, mas ainda interessava ao Benfica, que ambicionava subir ao segundo lugar e apurar-se para a Liga dos Campeões. Para isso precisava de vencer o Sporting e esperar que o FC Porto não ganhasse ao Águas Santas.

Nenhuma das coisas aconteceu.

Ora por isso, o Benfica acabou o campeonato em terceiro e na próxima época vai disputar a EHF European League. Já o Sporting acabou em festa, com o Pavilhao João Rocha todo de pé, a cantar, no fim do que foi uma espécie de jogo de consagração.

Os campeões terminaram o campeonato só com vitórias, depois de uma tarde em que entraram na frente, fizeram o primeiro golo e nunca estiveram em desvantagem. Aliás, o Benfica conseguiu empatar o dérbi a 2-2, mas a partir daí foi sempre atrás do rival.

Num encontro em que não houve Kiko Costa nem Martim Costa, o guarda-redes André Kristensen foi fundamental para o triunfo, ele que fez um punhado de grandes intervenções. A partir daí lançou a equipa para um triunfo sem discussão.

Refira-se que este dérbi serviu também de ensaio para o que se vai ver no dia 7 de junho, quando Sporting e Benfica voltarem a encontrar-se na final da Taça de Portugal.