«Este dinheiro é cash. O dinheiro vai estar todo disponível para o Sporting, não vai para bancos ou comissões, que também são custos associados às receitas», referiu.

 

«O Sporting não está obrigado a destinar verbas para os bancos por causa deste contrato. E no Sporting também não pagámos nenhuma comissão por este contrato…»

 

Questionado se lhe foi proposto um negócio que implicasse comissões, Bruno de Carvalho respondeu claramente que sim. «Em termos de banca, não. Em termos de comissões, sim», referiu, sem querer revelar qual foi a operadora que o fez.

 

Nesta entrevista, Bruno de Carvalho falou também da questão da centralização dos direitos, para criticar o Benfica e Pedro Proença por não se ter avançado nessa direção.

 

«O Sporting era a favor da centralização, ponto. Fomos os primeiros a falar nisto. Mas, a partir do momento em que um dos clubes [Benfica] que faz parte da presidência da Liga e que assina um business plan em que estava escrita a centralização, depois avança para outro lado e fura o acordo... o Sporting tinha de ir para o mercado», sublinhou.

 

«Como fica Pedro Proença? Quando um clube lhe puxa o tapete, depois de assinar um contrato, vai fazer o contrário e ele vem dar os parabéns, porque é um bom sinal para o futebol português... A partir daí, deixa de haver compromisso.»

 

«Não podemos agradar a gregos e troianos. No futebol, não dá. Quando alguém quebra um compromisso tem de ser avisado. O Pedro errou e muito.»