Viktor Gyökeres falou nesta véspera de Natal aos meios do Sporting, a fim de analisar o percurso de leão ao peito e recordar os principais momentos de 2024. Esta conversa é revelada num dia em que são esperadas mudanças no comando técnico da turma de Alvalade.

O avançado sueco, que leva 27 golos em 26 jogos, retomou o tema da máscara, o icónico festejo.

«Há uns meses houve quem dissesse que não sabia quem eu era, mas isso era irrelevante para mim. O mais importante é que ganhámos e os sportinguistas consideram que estou a fazer um bom trabalho. Vejo mais pessoas a fazerem a celebração e é divertido ver tanto reconhecimento.»

«Desfruto deste lugar, sinto-me em casa. Quando surgiram os rumores sobre a minha transferência para o Sporting, fui percebendo a envolvência criada pelos adeptos. Mas é mais fácil entendermos isso quando estamos em Alvalade», referiu.

Questionado sobre o «poder da amizade» que guiou o Sporting, sobretudo durante a era Amorim, o goleador sueco apresentou a receita do sucesso.

«Foi fácil adaptar-me ao grupo, criando amizades de forma rápida. Nos primeiros meses consegui ambientar-me ao contexto fora do relvado, o que é importante. Essa conexão é essencial. Queremos que tudo corra bem uns com os outros, o que é um aspeto importante», acrescentou.

Desta forma, Gyökeres reconheceu, inclusive, que o «abraço» recebido no núcleo verde e branco fez dele melhor pessoa.

«É incrível a envolvência e tornei-me uma pessoa melhor no Sporting. Cresci muito desde que cheguei a Alvalade», rematou.

Depois de não marcar em Barcelos, diante do Gil Vicente (0-0), o avançado procura retomar essa via no dérbi diante do Benfica, agendado para a noite de domingo (20h30).