Rui Borges destaca a «casa cheia» para a receção ao Gil Vicente, assume a responsabilidade na luta pelo segundo lugar, mas considera que não será o jogo da última jornada a definir se a época do Sporting foi boa ou má.

Alvalade esgotado para o último jogo da época

«Acima de tudo, deixem-me enaltecer primeiro a casa cheia com os nossos adeptos para amanhã. É sinal que estão connosco, que querem passar esta força extra que tão importante tem sido ao longo de toda a época e que amanhã vai ser muito importante para levar de vencida o Gil».

Jogo de amanhã vai definir uma boa ou má época do Sporting?

«Não olho dessa perspetiva para o que falta jogar. São dois jogos importantes, que ditam ainda muita coisa e temos de ter essa responsabilidade e essa noção, é isso que temos. A diferença é jogarmos Champions ou Liga Europa e podemos ainda ganhar um troféu que tivemos a competência de o ganhar na época passada e queremos tê-la esta época novamente. É muito por aí. Quando perdemos os jogos que nos tiraram o segundo lugar, disse que não eram aqueles quinze dias que ditavam a grande época que a equipa fez. Não posso estar aqui a dizer que por um jogo eles não fizeram uma boa época. Eles foram competentes, eu é que os tenho de ajudar de outra forma. Não é isso que vai ditar a época extraordinária que fizeram em oito meses, de repente num jogo é uma má época. Não olho para as coisas nessa perspetiva.»