Rui Borges voltou a abordar a capacidade do Sporting em marcar nos últimos minutos dos jogos, após o empate com o FC Porto (1-1), no Dragão, para a 21.ª jornada da Liga:

Sporting voltou a marcar nos últimos instantes

«Não saio satisfeito (com o empate), queria ganhar. Fomos melhores em tudo, o empate já é pouco, quanto mais a derrota. A equipa está mais vezes na área adversária e assim vamos estar sempre mais perto de marcar, que é o que desejamos.»

Ainda não venceu o FC Porto no campeonato e a "estrelinha"

«(Jogos com o FC Porto) são divididos, por norma. Estrelinha? Só se for o meu avô, graças a Deus. Somos a equipa com mais ataques e golos marcados (na Liga), é natural que a qualquer momento façamos golo, seja no primeiro ou no último minuto.»

Complementaridade entre Trincão e Pote

«Os grandes jogadores jogam em qualquer lado. Eles têm essa liberdade dentro dos jogos. Tendo em conta o adversário e não fugindo à nossa ideia de jogo, vamos mudando. São jogadores diferenciados que dão resposta em qualquer parte do campo.»

«O 4-4-2 é a nossa imagem, a única diferença foi o Trincão à esquerda. Mas ganhámos em Bilbau assim. Pelo adversário, que é direto, e o momento do jogador, queríamos ter o Pote mais “limpo” para tomar melhores decisões. Mesmo com o FC Porto a querer pressionar, conseguimos sempre sair, pelo corredor ou pela zona central. Conseguimos instalar-nos muitas vezes no meio-campo do FC Porto, só faltou melhor definição em algumas jogadas. Jogámos contra uma equipa muito forte, que é muito competitiva e nos dificultou algumas ações.»

Reencontro com o FC Porto na Taça de Portugal

«Ainda falta muito, o meu bloco de notas está no Famalicão (próximo adversário na Liga). São jogos diferentes.»