Matheus Reis e Morita foram os últimos a reforçar o departamento médico do Sporting que já contava com jogadores importantes como Nuno Santos, Daniel Bragança e Pedro Gonçalves, mas Rui Borges espera que estes jogadores comecem a regressar à competição a curto prazo, mas sem adiantar uma data.
«Acredito sempre e espero que venham a curto prazo, mas, neste momento, estão todos fora da equação, estão todos fora do jogo. Para este jogo específico estão fora, mas nós, enquanto treinadores, acreditamos sempre, a cada jogo que passa, temos sempre a esperança que um entre. É pouco nesse sentido, às vezes é muito dia-a-dia daquilo que o atleta sente, para além da lesão. É um bocadinho jogar com o tempo e perceber o dia-a-dia. Tanto podemos contar a curto prazo, como podemos espera não tão a curto, mas a médio, é um bocadinho o dia-a-dia», explicou.
Muitas lesões numa altura crucial da temporada.
«O risco existe sempre. Se soubéssemos o porquê, ninguém tinha lesões nas equipas. Quando existe alguma sobrecarga, o risco de lesão é enorme. Isso é científico. A maioria anda em sobrecarga, principalmente agora. Muitos jogos, quase sempre os mesmos a jogar, há maior risco de lesão, O musculo está cansado, não dá para fugir a isso. Sabemos que no futebol existe isto, é o risco. Às vezes temos sorte, no sentido dos jogadores não se aleijarem, mas é algo que temos de continuar a estudar. Em termos musculares, é minimizar ao máximo, é isso que fazemos, mas às vezes acontece», destacou ainda.
Face a tantas ausências, o treinador voltou a chamar mais quatro jovens para reforçarem o plantel principal para a final da Taça da Liga.
«Já têm treinado vários, já fazem parte do nosso dia a dia. Já veio muito miúdo treinar com a equipa principal. Dentro daquilo que nós acharmos que podemos acrescentar com os miúdos, eles estarão na equipa ou na convocatória para amanhã. Independentemente de ser o Samuel Justo, o Denilson, o Ramos, ou o Afonso Moreira... Por isso é que existe equipa B. A formação do clube tem dado frutos», referiu ainda.