Os Seattle Seahawks venceram o 60.º Super Bowl, ao levarem a melhor ante os New England Patriots, por 29-13, em Santa Clara, Califórnia.

Os Seahawks chegaram ao quarto e último período a vencer por 12-0, repetiram o sucesso de 2013 e contrariaram o desfecho da final de 2014 ante os Patriots (28-24), que procuravam ser a primeira equipa a somar sete conquistas.

A equipa de New England está empatada com os Pittsburgh Steelers, com seis troféus Vince Lombardi. Já a formação de Seattle foi campeã dos Estados Unidos de futebol americano (NFL) pela segunda vez na quarta aparição num Super Bowl. Entre os sucessos deste ano e de 2013, perdeu o de 2005 e 2014.

Com Sam Darnold aos comandos do ataque, a equipa de Seattle impediu os rivais de chegarem ao inédito “hepta”, num jogo em que Kenneth Walker, o “running back”, num duelo com uma exibição superior da linha defensiva dos Seahawks, cujo treinador, Mike Macdonald, chegou em 2024 para o primeiro cargo como técnico principal na NFL.

Bad Bunny, Lady Gaga e não só: o que foi além do jogo

No intervalo do Super Bowl destacou-se o músico Bad Bunny, que levou ao LoFi Stadium uma celebração da cultura de Porto Rico, mas também uma mensagem de união para os continentes norte e sul-americano.

Houve ainda convidados como Ricky Martin e Lady Gaga, numa noite que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou o espetáculo como «terrível» e «uma afronta ao povo norte-americano».

Sem Tom Brady, os Patriots regressaram ao Super Bowl mostrando não ter armas para contrariar o poderio dos Seahawks, e Drake Maye, numa exibição muito abaixo do que mostrou na fase regular, não conseguiu ser o mais jovem quarterback de sempre a ser campeão.