«Significa muito para mim ter ganho este troféu. É fantástico», afirmou Nadal. «Esta foi provavelmente a época mais emotiva da minha carreira», disse o atual número 2 do mundo, no final do ano que marcou o seu regresso à competição após uma longa ausência de sete meses por lesão.

«Eu senti que tinha tudo para vencer. Foi um jogo contra um dos melhores jogadores da história, Novak, o número um mundial, por isso tive de ser quase perfeito para ganhar», explicou Nadal.

O espanhol, que apenas perdeu três jogos nos 63 que disputou este ano, não poupa elogios a Djokovic e garante que «quando o Novak joga a este nível, é difícil que alguém o consiga parar». «Tentei estar lá, lutar por cada bola, tentei manter-me focado em cada jogada e esperei pelo meu momento», descreveu.

Com a vitória no Open dos Estados Unidos, Rafael Nadal conquistou o 13º Grand Slam da carreira, apenas a um de Pete Sampras e a quatro de Roger Federer. Para Nadal, as suas conquistas são «muito mais do que tinha sonhado».

Djokovic afirmou que a derrota se deveu a «erros nos momentos cruciais» que permitiram a Nadal «começar a jogar muito, muito melhor», sem que o sérvio conseguisse recuperar.

O tenista sérvio assumiu que, apesar de «continuar a ser o líder do ranking mundial», Nadal «aproxima-se de ano para ano e tem muito mais probabilidade de chegar a número um».