Declarações de Vítor Bruno, em conferência de imprensa após o triunfo do FC Porto sobre o Sintrense, por 3-0, neste domingo: 

[Análise ao jogo e boa exibição de Tiago Djaló, depois de ter treinado bem durante a semana]

«O melhor é ver colegas a dizerem que foi o melhor no treino. Isso para mim é decisivo. Jogo bem conseguido de uma equipa séria e uma vitória que não oferece contestação, podia ter sido de números maiores, mas contra um adversário com números assinaláveis na quarta divisão. Mérito para quem lidera o Sintrense e os seus jogadores. O que me deixa orgulhoso é que eles foram muito sérios e nunca é fácil, com tanto jogador que têm estado arredados do onze, isso para mim dá garantias para o futuro. Não preciso do dia de hoje para tomar decisões, mas é um sinal forte e cria-me dificuldades, porque sei que o rendimento deles está muito próximo, e quem ganhou foi o FC Porto.»

[O que procurou com a disposição de extremos que procuraram muito a largura]

«Procurámos garantir a largura, um-contra-um forte. O Fábio inicialmente baixo numa fase inicial, que não foi o que pedimos. Queríamos que estivesse mais alto numa segunda fase de construção. Pepois há pequenas nuances que não estavam perfeitas, corrigimos ao intervalo e começámos a tentar casar perfis. Mora e Franco também pedem coisas diferentes e é tentar levar cada jogador para um ponto estratégico. Era ter jogadores diferentes em zonas diferentes perante um adversário mais estacionado atrás, por isso metemos o Jaime e o Fabio numa zona interior mais alta do campo, a combinar com os homens de área, foi isso que trabalhámos e procurámos saber qual era resposta porque este é um cenário que podemos usar no futuro. Mas não há jogos iguais e todos têm tido uma dificuldade elevada. Penso que só houve uma equipa da I Liga que ganhou de forma folgada, que foi o Arouca. O resto foi com dois ou três golos de diferença. Hoje em dia é tudo muito equilibrado, todos são ambiciosos e isso obriga-nos a estar num nível alto, de rendimento.»