A atleta, treinada pelo conhecido técnico Nick Bollettieri, que orientou, entre outros nomes sonantes, diz já ser «muito famosa» em Portugal. «Não há muitos jogadores portugueses por isso as pessoas conhecem-me», conta a tenista, que se encontra radicada com a família nos Estados Unidos.

A confirmação do talento chegou mais uma vez esta semana, quando bateu a romena Sorana Cirstea na prova de Paris, naquele que Michelle considerou ser «um grande dia».

«Perdi o primeiro set, não joguei bem porque ela entrou muito forte, a atacar e a jogar de forma agressiva. Depois estive a perder 1-3 no segundo set e pensei «bem, foi um bom torneio». Para ser sincera não me recordo bem de como o marcador se inverteu, só sei que salvei quatro match points e ela perdeu a concentração», conta Michelle no blog, acrescentando em tom de brincadeira que, ao longo do jogo, «os pais até ganharam mais alguns cabelos brancos».

A jovem tenista, que se sente «orgulhosa pelo país ficar entusiasmado» com a sua prestação, revela de forma simples que não pensa na pressão, «porque se não pensar nela então não há pressão nenhuma».

Depois de jogar o Grand Slam de Wimbledon, Michelle irá disputar o «World Team Tennis», nos Estados Unidos, pela equipa do Sacramento Capitals, ao lado de Anna Kournikova.