Ulisses Morais:

«Durante a primeira parte, mas também na segunda, houve algo que condicionou a qualidade e lucidez do jogo [o vento]. O Rio Ave acabou por fazer um melhor aproveitamento nessa matéria, com mais cantos e um lançamento lateral, do qual resultou um golo. Na segunda parte, fizemos o mesmo que o adversário, só que não tivemos um lançamento lateral que desse em golo. Os jogadores ficaram desiludidos pela forma como sofreram o golo e esperámos, na segunda parte, com o vento a favor, ter essa felicidade, mas não conseguimos. Os meus jogadores fizeram tanto como o adversário, gostávamos de ter dividido pontos, mas não vamos desesperar porque nem nós nem o Rio Ave conseguimos ainda atingir os nossos objectivos.»

Carlos Brito:

«Trata-se de uma vitória extremamente importante para nós. A primeira parte foi muito bem conseguida. Hoje não corremos mais ou tivemos mais atitude do que noutros jogos. Mas conseguimos funcionar melhor como equipa. Às vezes podemos correr menos mas no momento certo e isso é fruto do bom posicionamento e de termos sabido ler bem o que ia fazer a Naval. Claro que, na segunda parte, com o vento contra e o desgaste, já não apresentámos um jogo tão fluido. Não estou eufórico, mas estes são três pontos muito importantes. Estou contente, mas de uma forma equilibrada. Não fico deslumbrado, ainda continuamos a lutar pela manutenção.»