«O meu estado de saúde não me permite estar à frente do clube, mas acompanho-o da forma que me é possível», disse Carlos Costa ao Maisfutebol. «Sou pelo Vitória, pela cidade de Setúbal e pela região. Isso é o mais importante. O Vitória é um clube centenário, que não pode ser tratado assim», alertou o antigo dirigente, que não comenta o seu eventual envolvimento na negociação do empréstimo bancário que poderá saldar as dívidas dos vitorianos.

«Jogadores, equipa técnica, médica, funcionários... são grandes profissionais, muito dignos e estou certo que nesta tempestade vão saber levar o barco a bom porto», defendeu.

Recorde-se que o plantel não recebe há três meses, há rendas em dívida e a Comissão de Gestão está demissionária.