Um escândalo que terminou a bem, no Mundial Feminino (Alemanha) entre Brasil e Estados Unidos. Depois da grande penalidade mais evidente da história, a prova ficou manchada por uma arbitragem polémica, que quase dava às brasileiras a qualificação para as meias-finais. No final, fez-se justiça de penalty.

Numa partida entre duas potências do futebol feminino, as norte-americanas estiveram a vencer por 1-0, graças a um autogolo de Daiane, logo aos dois minutos.

As brasileiras tentaram o empate, que conseguiram graças a uma ajuda enorme da árbitra australiana da partida. A juíza assinalou uma grande penalidade inexistente, expulsou uma jogadora norte-americana e, quando o Brasil falhou o penalty, mandou repetir sem qualquer razão para tal. Na repetição, Marta fez o 1-1.

A melhor jogadora do planeta fez depois o 2-1, já no prolongamento, num lance precedido de fora-de-jogo. A perder, os EUA foram em busca da igualdade. A árbitra não marcou uma grande penalidade evidente a favor das norte-americanas, que desesperavam.

Mas mesmo a acabar o prolongamento, Wambach aproveitou uma falha da defesa canarinha e fez o 2-2. O jogo foi para as grandes penalidades, nas quais os Estados Unidos foram mais fortes, com Hope Solo a defender uma grande penalidade..apontada por Daiane, e a assegurar que pela sexta vez em seis edições, os EUA chegam às meias-finais do Mundial. Agora, jogam com a França.



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