André Mosqueira do Amaral faz a distinção entre os atuais contratos que as sociedades desportivas têm - que exploram outros aspetos, além dos direitos audiovisuais - e a fórmula que passará a existir com a centralização. Nessa lógica, sublinha que os maiores clubes, como Benfica, não devem temer vir a auferir menos do que aquilo que agora recebem.