«Espero não ser presidente, porque isso é sinal que continuamos com o nosso durante muitos anos», respondeu Baía, afirmando que apenas pretende «ajudar» o clube. Sou director de relações externas, pode não ser aquilo em que sou mais forte, mas o início é este e estou feliz com o caminho que escolhi», disse o antigo internacional português.

«Como disse, sinto-me bem no meu papel de director, ainda para mais quando vi, numa sondagem, que há mais jovens adeptos aliados ao clube, fruto das suas conquistas. É sinal de estamos no bom caminho, de que vencemos e, nisso, o F.C. Porto é caso único no mundo, ainda para mais com orçamentos mais baixos que outras equipas», argumentou.

Já antes, um dos alunos lembrara que o guarda-redes era o jogador com mais troféus e quis saber como Baía se sentia com isso. «São 31 títulos, todos tiveram importância nas determinadas alturas e é isso que acaba por cimentar a nossa carreira, que nos traz notoriedade», completou o ex-guardião.