António Miguel Cardoso, presidente do V. Guimarães, falou aos jornalistas a propósito da cerimónia do 103.º aniversário do clube e garantiu que o elevado número de entradas e saídas no último defeso era algo necessário para o bem do emblema vitoriano.
«Precisávamos de ter uma equipa mais jovem, com «fome». Precisávamos de menos vaidade no balneário. Para se sustentar, o Vitória precisava desta mudança. Estamos convencidos de que é o melhor para o Vitória e de que o futuro vai ser risonho.»
Na presidência dos vitorianos desde março de 2022, António Miguel Cardoso mostrou-se pouco incomodado com a saída de vários jogadores «com peso» no balneário como o guarda-redes Bruno Varela, os defesas Borevkovic e Mikel Villanueva e os médios Tomás Händel, Tiago Silva, João Mendes e Nuno Santos.
«Há momentos em que os jogadores querem sair e procurar outras oportunidades. O que queremos é que quem está cá olhe sobretudo para o clube e tenha orgulho em representar o Vitória», referiu.
O dirigente máximo do V. Guimarães confessou que deixa a presidência do emblema minhoto, caso a equipa falhe o objetivo de terminar o campeonato nos cinco primeiros lugares. «Estou aqui para cumprir objetivos. Se cumprir, as coisas estão bem, e devo continuar. Se não os cumprir, não fico satisfeito, nem os sócios devem ficar satisfeitos», confessou.
Ao fim de seis jornadas, o V. Guimarães ocupa a oitava posição da Liga com oito pontos, um lugar atrás do rival Sp. Braga, que soma mais um ponto.