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Natação  |  

JO (natação): FINA e COI saem em defesa de Ye Shiwen

Alegações sobre dopagem são «uma loucura» dizem instituições

RedaçãoRG

A Federação Internacional de Natação (FINA) e o Comité Olímpico Internacional (COI) saíram esta terça-feira em defesa da sensacional chinesa Ye Shiwen, nova recordista mundial dos 400 metros estilos, considerando que as alegações sobre uma eventual dopagem são «uma loucura».

No sábado, Ye Shiwen, de 16 anos, bateu por mais de um segundo os anteriores máximos mundial e olímpico, que estavam na posse da australiana Stephanie Rice (4.29,45 minutos, a 10 de agosto de 2008, em Pequim), gerando vários comentários, nomeadamente dos representantes da natação norte-americana, sobre o possível recurso ao doping.

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«Precisamos de ser verdadeiros. Estão aqui os melhores atletas do Mundo a competir ao mais alto nível. Já vimos diversos recordes caírem em vários desportos», salientou o porta-voz do (COI), relembrando que os primeiros cinco de cada prova estão sujeitos a um programa antidoping «muito, muito agressivo». Para Mark Adams, é preciso parar com a especulação em torno da nadadora chinesa: «É muito triste não sabermos aplaudir grandes exibições».

Na segunda-feira, John Leonard, responsável máximo da Associação Norte-Americana de Treinadores de Natação, questionou a exibição da jovem, comparando os seus últimos 100 metros com «algumas exibições de nadadoras da Alemanha de Leste».

Interrogado sobre as declarações de Leonard, o presidente da FINA, Julio Maglione, referiu à Associated Press que as pessoas são livres para dizerem «as coisas estúpidas» que quiserem. «É um grande erro. As pessoas que dizem isso estão a dizer uma loucura», acrescentou, recordando que a FINA gasta cerca um milhão de euros anualmente em testes antidoping.

Maglione assegurou que não tem qualquer suspeita sobre a nova recordista mundial e que as críticas se devem ao facto de a China estar a tornar-se uma potência da natação. «É o melhor para a natação, porque já não são só dois ou três países a dominar. Agora temos 15, 20 países que conseguem medalhas», concluiu.

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