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Pequim 2008: Federação diz a nadador Tiago Venâncio «para reflectir»

Paulo Frischknecht disse que português foi o único fora do plano de trabalho

RedaçãoCM

Cinco recordes nacionais e duas classificações entre os 20 primeiros nos «Jogos mais competitivos de sempre» deixaram a Federação Portuguesa de Natação (FPN) satisfeita com os resultados alcançados, apesar de reconhecer que ainda há muito trabalho pela frente. O dedo foi apontado apenas a Tiago Venâncio. «Por sinal foi o único que não cumpriu o plano da FPN. Decorre das opções do nadador, da sua família e do seu treinador», considerou o presidente do organismo, Paulo Frischknecht, de acordo com a Lusa, em conferência de imprensa realizada este domingo. O dirigente lembrou que há quatro anos o nadador português liderava o ranking mundial de juniores «e batia-se de igual para igual com César Cielo Filho, que em Pequim foi campeão olímpico dos 50 metros livres». O 35º lugar nos 200m livres e o 45º nos 100m devem ser objecto de reflexão para o Tiago Venâncio, no entender de Paulo Frischknecht. «Em 2007 fez um Mundial muito bom, mas, depois, ele, a família e o treinador entenderam que conseguiu esses resultados apesar da Federação. Desde aí ficou livre de compromissos com a Federação e passou a preparar-se de forma individual. Foi o único atleta que não se apresentou em forma e um nadador a quem ele ganhava regularmente há quatro anos foi campeão olímpico. Deve reflectir sobre isso», defendeu. Aplausos para Sara Oliveira e Diogo CarvalhoJá o 19º posto de Sara Oliveira nos 200m mariposa e, sobretudo, o 18º de Diogo Carvalho nos 200m estilos reflectem o trabalho positivo que tem sido feito, atendendo a que nas últimas décadas Portugal raramente alcançou lugares acima do 30º. «A subida em relação aos últimos 20 anos tem a ver com um maior investimento na participação da natação portuguesa», justificou. Sobre o facto de alguns nadadores portugueses terem optado por estudar nos Estados Unidos para poderem evoluir em termos desportivos, Paulo Frischknecht disse tratarem-se de escolhas individuais, mas que «a Federação apoia». «Portugal e outros 203 países procuram os Estados Unidos como opção académica, desportiva e de vida. E isso acontece porque os Estados Unidos são um país único», reiterou.

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