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Taça Portugal  |  

TP: Oriental-V. Setúbal, 1-0 (crónica)

Uma «traição» a dar justiça à grande surpresa da ronda

O Oriental é o grande protagonista da quarta eliminatória da Taça de Portugal, ou não fosse a única equipa a eliminar um adversário de um escalão superior, e no caso o Vitória de Setúbal, um emblema com forte tradição na prova.   Mas o Oriental, também um histórico do futebol português, conseguiu um triunfo justo, que só surpreende quem não acompanhou o jogo disputado no Campo Eng. Carlos Salema, que teve a sua primeira transmissão televisiva, num dia para recordar velhos tempos.   O conhecimento do (mau) estado do relvado e das dimensões do terreno de jogo deu uma vantagem inicial ao Oriental, mas a verdade é que a equipa de João Barbosa justificou o resultado ao longo de todo o encontro. Mais competente num jogo físico, sobretudo a meio-campo, a formação lisboeta conseguiu também ser sempre mais perigosa.   Apático, o Vitória chegou ao intervalo com apenas três remates efetuados, e dois deles até foram intercetados antes de chegarem à baliza, sendo que o outro, de Zequinha, nem assustou Ricardo Janota.   O Oriental fez cinco remates no primeiro tempo, e dois deles testaram a atenção de Ricardo Batista, que ainda teve em Frederico Venâncio um bom aliado, a evitar duas vezes que Saleiro finalizasse na área, em excelente posição.   Tão pouco Vitória   Já François acabou por «trair» o guarda-redes sadino, logo no início da segunda parte (47m), com um autogolo que decidiu a eliminatória. Ao tentar cortar um cruzamento do lateral esquerdo João Pedro (melhor em campo), o central senegalês atirou para o lado errado.   O senegalês esteve bem melhor onze minutos depois, ao bater Saleiro em velocidade e depois na luta corporal, evitando o golo do avançado formado no Sporting, que tinha aproveitado um mau atraso.   Por essa altura já Domingos tinha lançado Forbes e Junior Ponce (mais tarde entrou Pelkas), mas o Vitória demorou muito a reagir, e Ricardo Batista teve de se aplicar perante remates de Mota e Tom.   A equipa primodivisionária só criou perigo aos 72 minutos, com Dani a rematar para defesa de Janota e depois João Pedro (uma vez mais) a evitar a recarga de Miguel Pedro.   Logo a seguir Zequinha atirou à malha lateral, mas o Vitória pouco mais fez, mesmo rondando a baliza do Oriental nos instantes finais.   A equipa sadina ainda acabou o jogo reduzida a dez elementos, já que Dani viu o segundo cartão amarelo, e não evitou uma eliminação merecida, tendo em conta a fraca prestação em Marvila.

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