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«Lesionei-me quando cheguei ao Paços e só depois entrei no ritmo e fui ganhando espaço na equipa e moral do treinador, sempre com muito trabalho. Hoje, acho que tenho 80 por cento do caminho feito para dar um salto maior e o ideal seria uma equipa que brigue pelo título e as competições europeias», confirmou Cristiano, após uma breve retrospectiva da sua carreira em terras lusas.

O atleta de 25 anos assume-se um «rapaz de sonhar alto» e não coloca grandes limites à ambição. Da camisola amarela do Paços, Cristiano gostaria de passar à camisola canarinha da sua terra natal, não escondendo um outro sonho mais azul.

«Sempre sonhei alto e quero isso [selecção brasileira] para mim. Ficava mais fácil se jogasse, por exemplo, no Porto, clube que escolheria em Portugal, embora desse o máximo de mim em qualquer outro dos grandes de Portugal», assumiu o avançado.

Com mais um ano de contrato com o Paços de Ferreira, Cristiano promete «não ficar chateado» se tiver que o cumprir e garante continuar o esforço e a procura de golos, atitude que lhe permitirá «estar preparado para quando a oportunidade [de sair] chegar.»