«O F.C. Porto teria sempre mais um dia, quer jogasse sábado ou domingo. Dentro do devido tempo, pediu que o jogo fosse antecipado para sábado. Isto porque teria jogo na quarta para a Taça, jogaria com o Leixões no sábado e depois na quarta com o At. Madrid. Esta cadeia fez-nos pensar que, dentro da lei, seria importante antecipar o jogo com o Sporting em 24 horas», explicou o treinador.

«Quando a situação do E. Amadora surgiu, já não era possível, até em termos comerciais, passar o o clássico para domingo novamente. Sei que o jogo estava marcado para as 21h30, para cumpri as 72 horas, e o Sporting é que pediu para se marcar para as 20h30. É uma forma de se criar mais casos interessantes antes de um clássico. Da nossa parte não houve falta de boas maneiras. Nada de jogo escuro», insistiu Jesualdo Ferreira.