Depois de realizadas as perícias, que nada revelaram, Garcés, juntamente com um advogado, apresentou ele próprio queixa contra os membros da referida família, devolvendo-lhes a acusação de ameaças sob arma de fogo. «Eles estão sempre a provocar-me, ainda que eu tente evitá-los. Ameaçam matar-me, porque, eles sim, têm armas. Este problema já começou há muito tempo e até tenho dois irmãos presos por causa deles. Agora, querem tramar-me, dizendo que tenho armas e drogas», defendeu.

Sobre o futuro, Garcés disse que pretende viajar para Portugal na próxima semana. «Falei com o meu representante há dois dias e ele disse-me que ia chamar-me para que eu viaje para lá e resolva a questão. A Académica quer recuperar o que pagou por mim. Vamos ver se não querem que jogue mais por eles e, se assim for, que me dêem autorização parar jogar pelo San Francisco [com o qual tem treinado] ou pela selecção», desvendou.

Recorde-se que esta não foi a primeira vez que José Luis Garcés teve problemas com a Justiça do seu país. Em 2004, foi acusado de ter baleado [daí a alcunha] um membro de um gang, acusação da qual acabaria por ser ilibado.