«Vim aqui representar o Brasil, pois vamos enfrentar os coreanos no Campeonato do Mundo. Quero ver como eles vão jogar e se têm condições de nos vencer», afirmou o adepto, devidamente identificado com a camisola da «canarinha», antes do apito inicial.

Bindá estuda Direito numa universidade da Venezuela e, ao intervalo, já tinha as primeiras conclusões sobre o rendimento dos norte-coreanos. «Sempre ouvi falar que eles tinham uma boa condição, mas fiquei realmente impressionado com a força muscular dos jogadores. Por outro lado, eles não fazem boa marcação à zona. Com certeza o Brasil não vai dar os espaços que a Venezuela deu aqui. Se o Dunga quiser saber mais, pode ligar-me», atirou o adepto que viu o encontro terminar empatado a uma bola.