«É igual. É mais difícil quando chegas à linha e queres cruzar, mas tirando isso é igual», disse Di María, em conferência de imprensa, assumindo que se sente melhor agora, consequência da maior utilização.

Quique Flores costuma preferir Rúben Amorim na direita, para dar maior equilíbrio ao sector intermediário, mas Di María defende que a utilização de dois extremos pode ser benéfica: «Há mais gente para chegar ao ataque e para fazer golos, mas o mister é que decide.»

Ainda sem conseguir garantir o estatuto de titular indiscutível do Benfica, e longe também das exibições que já fez pela Argentina, Di María parece disposto a esperar pela sua vez: «Sempre que jogo dou tudo. Se jogo ou não, o mister decide. Eu trabalho sempre da mesma forma, para tentar ajudar a equipa. Tento aproveitar as oportunidades e aprender mais.»