Este é, para já, uma espécie de ano zero para Gonçalo. «A época não começou muito bem para mim, mas melhorei e já estou a entrar de vez em quando. Para o ano, quero jogar sempre», sintetiza, deixando uma palavra para a concorrência: «São cinco centrais, todos ao mesmo nível. O Orlando e o Luiz Nunes tiveram mais oportunidades, é certo, mas também têm mostrado que são a dupla mais consistente.»

Tal como o seu ídolo, Ricardo Carvalho, o jovem defesa da Académica sabe que tem de passar por uma fase de ensaio em clubes de escalões inferiores antes de atingir a chamada maturidade competitiva. No seu caso, a ascensão tem-se feito via Tourizense, clube-satélite da Académica, algo que destaca como positivo na sua carreira. «Acho que tem sido uma boa aposta do clube», avaliza.