A decisão surge depois de um recurso apresentado pela FIFA e pela UEFA, que alegavam a impossibilidade de vender os direitos televisivos da competição pelo valor justo, caso esta determinação fosse mantida.

A decisão confirma o sentido de uma sentença proferida em 2011, pelo Tribunal Geral Europeu, que considerou aqueles eventos como figurando numa lista de interesse público e, portanto, de difusão gratuita.

A decisão agora confirmada mantém a impossibilidade de vender os direitos de transmissão TV em exclusivo a canais pagos. A BBC e a ITV, canais abertos, já adquiriram os direitos de transmissão para o Mundial 2014, mas nos últimos meses especulava-se com a possibilidade de as transmissões da edição seguinte do Campeonato do Mundo, em 2018, na Rússia, já serem comercializadas em regime de transmissão fechada, hipótese que esta sentença vem agora inviabilizar.