«É primeira vez que lá volto mas já conheço o Alvaláxia [risos]. Agora a sério, é natural que seja um jogo diferente. Nostalgia? Penso que não. Não sei ao certo que vou sentir, quando chegar lá ou ao entrar no relvado, mas, depois de o árbitro apitar, vou esquecer tudo e defender a Naval com unhas e dentes», releva ao Maisfutebol o irrequieto extremo navalista, que acredita que o sentimento poderia ser mais forte caso o jogo acontecesse pouco depois de ter deixado o emblema leonino.

Além desta particularidade, Marinho reconhece as dificuldades inerentes a uma partida com um dos pretendentes ao título: «Sabemos que vai ser um jogo complicadíssimo, já que o Sporting tem outros objectivos e precisa de ganhar todos os jogos. Claro que para nós, conseguir trazer de lá um bom resultado seria óptimo. Uma coisa é certa: não vamos entrar derrotados!»

Quanto à fórmula para ter sucesso em Alvalade, o jogador da Naval fala em «muita entrega e espírito de sacrifício» e «ambição na dose certa» para evitar deslumbramentos. Para isso, será preciso marcar golos, algo que não tem sido o forte da equipa, mas o avançado tem explicação para isso: «O campeonato é muito equilibrado e algumas equipas, quando nos defrontam, não digo que ponham o autocarro à frente da baliza, mas pelo conhecimento que têm do nosso ataque, para não serem surpreendidas, optam por defender mais quando nos defrontam.» Ora ai está um preocupação que o Sporting, em princípio, não terá.

Kovacevic cinco meses depois

Depois de cinco meses de ausência, motivados por uma lesão nos ligamentos de um joelho que obrigou a intervenção cirúrgica, o sérvio Kovacevic voltou esta terça-feira a treinar-se com os companheiros, num reintegração progressiva e ainda cautelosa.

Em recuperação continuam Dudu e Bolívia, sendo que este último é aquele que ainda reúne alguma esperança de poder recuperar para o encontro do próximo sábado.