«As estatísticas dão-nos como favoritos. Fizemos um bom resultado na primeira mão. Vai ser necessário reflectir durante o jogo, conforme o desenrolar da partida. Mas não vamos mudar o nosso jogo. Temos a experiência de anos anteriores, tanto contra o Zenit como contra o Shakhtar, em que não nos qualificámos por causa de um golo. Estamos vacinados», garantiu o jogador.

Depois, a análise ao Benfica e ao jogo. «O Benfica tem um super potencial ofensivo. Não vai ser a brincar. Espera-nos um jogo difícil. É uma equipa que joga bem à bola, que sai bem de trás. Talvez seja uma vantagem para nós. Podemos exprimir-nos melhor do que com uma equipa como o Toulouse. O Benfica tem de marcar e pressionar, por isso pode deixar espaços ao querer ir para a frente», considera.

Por fim, o jogador aborda o calendário difícil que espera o Marselha. Uma situação muito semelhante aliás à do Benfica. Depois deste encontro, a equipa tem dois confrontos muito exigentes para a Liga francesa, primeiro com o Lyon e depois com o Bordéus: «É um período muito entusiasmante. Estes três jogos são talvez os mais decisivos da época.»