O jogo em Gondomar foi bastante equilibrado, com a equipa da Maia a assumir a liderança no marcador nos primeiros minutos, com a acção do central Paulo Faria a merecer destaque. O F.C. Porto demorou a acertar a eficácia da primeira linha, mas a meio da primeira etapa começou a equilibrar as operações, com Carlos Resende a emergir como jogador decisivo.

O início do segundo tempo foi fatal para os maiatos, que em cinco minutos permitiram ao seu adversário um avanço de quatro golos. Foi o suficiente para que o F.C. Porto conseguisse gerir até final a vantagem no marcador, apesar de algumas exclusões que permitiram ao Águas Santas jogar vários minutos em superioridade numérica. Os dragões sucedem assim ao Sporting, que na época passada havia conquistado o troféu, num jogo que teve a particularidade de os jogadores das duas equipas envergarem fumos negros nas mangas, como sinal de protesto pelos desentendimentos entre a Liga e a FAP.