Caçador considera que a medida enquadra de forma correcta a situação dos dois jogadores: «Gostamos de assumir que há questões prioritárias na selecção como o fair-play, a disciplina e a noção de que quando há erros estes se resolvem de forma a quem tem respeito por jovens de 20 anos. É uma decisão do departamento técnico da Federação que tem um chefe de equipa chamado Carlos Queiroz. Não é um castigo, se não, não estavam cá. É uma chamada de atenção: vieram trabalhar para a Madeira e fizeram um jogo, vão treinar amanhã e vão manter-se aqui até ao fim do estágio. É uma repreensão, que tem de servir para todos nós, jogadores e treinadores, sobre aquilo que pode prejudicar a imagem de uma selecção nacional», concluiu.