«Estamos a encarar o jogo com a Finlândia como encarámos os outros. Portugal entra sempre para ganhar e, por isso, queremos vencer para conquistar o torneio. Não queremos sofrer golos», afirmou Castro, com mente no terceiro título consecutivo na prova e o nono em 13 edições.

O segredo para a conquista de bons resultados é a união: «Nesta equipa, todos somos influentes e funcionamos com muita união. Somos amigos dentro e fora de campo, com grande espírito de grupo, ajudando-nos uns aos outros. Aqui não há craques. Antes de começar o jogo, os 11 que jogam vão ao banco e isso é mais uma forma de demonstrar essa união, não são só os titulares que são bons. Aqui todos são importantes».

A temporada no Olhanense está a correr da melhor forma e Castro mostrou a sua satisfação: «Só a jogar é que se consegue evoluir. Felizmente, estou bem no meu clube, a jogar e a ajudar. Estou aqui a dar continuidade ao meu trabalho.»

Romeu Ribeiro recorda trabalho nos sub-16

Romeu Ribeiro tem a mesma opinião de Castro. O segredo está na união do grupo português. «Ainda não vencemos o torneio apesar das duas vitórias já conseguidas, por isso, queremos ganhar, somar os 9 pontos e conquistar a prova», começou por dizer, para depois sublinhar: «Dentro do grupo há uma grande união. Joguei alguns minutos contra a Ucrânia e com a Madeira senti-me bem. É fácil jogar neste equipa, pois existe muita coesão e isso nota-se no campo. Este espírito de equipa já vem desde os sub-16, pois desde aí temos vindo a jogar juntos. É tudo gente muito boa».