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«Queremos respeitar o jogo, e nós treinadores somos responsáveis por isso», disse Wenger, citado pelo jornal britânico «The Times». «Eu acredito que [a guerra psicológica] foi sempre uma coisa um pouco sobrevalorizada», acrescentou, comparando os chamados «mind games» à «publicidade». «Nunca se sabe que impacto pode ter, porque é impossível de medir».

Ausências

Mensurável e mais preocupante para Wenger é a ausência contra o Liverpool de dois dos jogadores mais influentes do Arsenal, Emmanuel Adebayor e Robin Van Persie.

«Emmanuel Adebayor vai descansar, tem dores na parte posterior da coxa e não queremos arriscar o mínimo que seja com ele, enquanto Van Persie tem problemas na zona púbica», disse Wenger em conferência de imprensa.

Do lado do Liverpool, Benítez vai ter de prescindir novamente de Steven Gerrard, tal como aconteceu na partida contra o Chelsea da Liga dos Campeões. O internacional inglês não conseguiu recuperar de problemas na zona da virilha - só estará operacional dentro de sete a dez dias.

Provocação de Ferguson

Se técnico francês se mostra avesso a polémicas verbais, já Alex Ferguson não resistiu esta segunda-feira a uma nova provocação em relação à Benítez.

Com o Liverpool à perna (os londrinos têm tem menos um ponto que o Manchester United, apesar de um jogo a mais disputado), o técnico de Cristiano Ronaldo e companhia lançou uma farpa, dizendo que espera que o Arsenal (a nove pontos dos homens de Anfield) lhe faça um favor.

«Não sei o que Arsène estará a pensar sobre amanhã, mas o Arsenal tenta sempre. Esse é o mantra do Arsène. Ele é um vencedor», apontou Alex Ferguson. «Que eles tentem, é tudo o que posso pedir». O Manchester tem o seu próximo desafio em Old Trafford esta quarta-feira, com a recepção ao Portsmouth.