Por norma a paragem para as seleções limita o trabalho dos treinadores: o grupo emagrece, o ritmo de trabalho é quebrado e as rotinas perdem-se. 

Ora, Sérgio Conceição fez uma pequena reflexão acerca do assunto e citou Jaime Pacheco. «Estas pausas já estão estipuladas desde o início da época. Sabemos e percebemos o que temos de fazer e como trabalhar. Durante este período aproveitámos para observar jovens, que é importante, para reunir com pessoas da formação do clube e trabalhámos com a formação e com os jogadores que ficaram, que não foram muitos. Ouvi esta semana o Jaime Pacheco, que ouço sempre com agrado, dizer que os treinadores se queixam das seleções, mas é bom ter jogadores na seleção. Concordo com ele», disse antes de aprofundar o raciocínio.

«As equipas grandes têm essa particularidade. Ele dizia também que as equipas pequenas trabalham, trabalham, trabalham e depois não sai nada. Mas também é verdade é que estes jogadores fazem uma quantidade de quilómetros e isso que pode interferir. Por um lado, é bom ter a qualidade de jogadores de seleção, por outro, há esse cansaço e o trabalho em dinâmicas diferentes, o que faz com que haja algumas diferenças no retomar e no foco no trabalho no clube. Percebi isso por estes dois/três dias que essa é a dificuldade. Há um lado positivo e outro menos positivo.»

Após interregno de quinze dias, o FC Porto volta a jogar para a Liga este domingo, em Portimão, às 18h00.

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