«Acima de tudo é uma demonstração de que havia um grande espaço para ser explorado pelos clubes. Obviamente que a Liga regozija-se pelos grandes contratos», referiu.

 

«A Liga, no seu papel de pivot, tem que potenciar a capacidade de também os outros clubes poderem angariar receitas deste tipo.»

 

O presidente da Liga de Clubes falou à margem do jantar de aniversário do Nacional, na Madeira, e aproveitou para referir que este contrato não impossibilita a centralização dos direitos televisivos, como é defendida pela generalidade dos clubes pequenos.

 

«A centralização não fica hipotecada. Temos que perceber que a centralização dos direitos desportivos é um meio para chegar a um fim. Neste momento tenho apenas quatro meses de presidência», sublinhou Pedro Proença.

 

«Com este negócio do Benfica aquilo que percebemos todos é que realmente há uma grande margem para os clubes em Portugal. Este é um meio e não um fim. Encontraremos de certeza absoluta, através de instrumentos de regulação interna, maneira de conseguir reduzir a diferença entre aqueles que mais recebem e os que menos recebem.»